Dr. Beny: muito além da qualidade de vida

Muito além
O autor expõe mais uma de suas ideias originais: não existe medicamento específico para a vida descrito na literatura médica

Por Beny Schmidt

Palavra de especialista: três conselhos que vão direto ao ponto

Não é verdade que estejamos vivendo mais que há 2.000 anos. Vários filósofos gregos, por exemplo, foram bastante longevos. Alguns, muito  além. Centenários.

A longevidade humana não mudou nunca, cientificamente escrevendo. O que mudou primeiro foi o tamanho da nossa população.

Somos mais de 7 bilhões de habitantes no planeta, talvez 7,5 bilhões e realmente a medicina evita atualmente milhares de mortes prematuras, e com isso, sob este ângulo, e somente nele, vivemos mais hoje em dia.

Mas será que nossa qualidade de vida acompanhou como devia esse aumento do nosso tempo de vida?

Em minha humilde opinião, de jeito nenhum. Falta muita informação acadêmica. Nós, professores de medicina do serviço público do nosso país, dificilmente vamos palestra na TV, esse grande meio de se falar com a população.

A mídia deturpa a verdade em relação à qualidade de vida.

Trabalho, alimentação, esportes muito além

Mas, para resumir e ser breve: qualidade de vida não é fazer exames de laboratório mensais, não é se automedicar nas farmácias, e não existe medicamento específico para a vida descrito na literatura.

Então, qualidade de vida é: Trabalhar em primeiro lugar. Trabalho, sim.

Em segundo: alimentação. Não só o que comer, mas o quanto comer. A obesidade hoje é uma epidemia da nossa sociedade.

Terceiro: esportes. Se mexer é viver. Ter prazer neste inverno de 2019, por exemplo.

Deixar a vida te contaminar, ter prazer de viver, não parar de sonhar e querer realizar ainda mais sonhos. Isso sim é qualidade de vida!

Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então.

Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então.

Sobre o Dr. Beny Schmidt

O Dr. Beny Schmidt é fundador e chefe do Laboratório de Patologia Neuromuscular da Escola Paulista de Medicina, e é professor adjunto de Patologia Cirúrgica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Com sua equipe, é responsável pelo maior acervo de doenças musculares do mundo, com mais de 12 mil biópsias já realizadas. Esse grupo ajudou a localizar, dentro da célula muscular, a proteína indispensável para o bom funcionamento do músculo esquelético – a distrofina.

Adicionalmente, o Dr. Beny possui larga experiência no campo da medicina esportiva brasileira. Já realizou consultorias para a liberação de atletas de nível internacional, entre os quais jogadores de futebol profissional e atletas de várias modalidades olímpicas. Foi um dos criadores do primeiro Centro Científico Esportivo do Brasil, atual Núcleo de Reabilitação Esportiva Fisioterápica e Fisiológica (Reffis), do São Paulo Futebol Clube; e também participou da fundação do Centro Esportivo Clube Atlético Paulistano (Cecap).

Ao receber o registro de qualificação de Especialista em Neurologia, tornou-se o único profissional que acumula os títulos de patologista e neurologista fora da Europa (apenas um médico no próprio continente europeu também acumula estes dois títulos).

Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então.

Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então. Então.

E mais… muito além

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Beny Schmidt é médico e cientista, tem dois netos e sempre vem dar a sua “palavra de especialista” no portal avǒsidade

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