Dr. Hidalgo: Degeneração macular relacionada à idade

Degeneração
Entenda como acontece: as células da mácula convertem a luz em impulsos elétricos e os transferem para o cérebro via nervo óptico

Por Paulo Augusto Hidalgo de Menezes

 Palavra de especialista: tratar logo melhora os resultados

A retina é a parte interna do olho responsável pela formação da imagem. Funciona como uma tela que projeta as imagens enxergadas. Na região central da retina, temos a mácula, uma estrutura muito pequena e com uma função muito nobre: permitir que uma pessoa possa ver detalhes e em cores o que está ao seu redor. Degeneração.

As células sensíveis à luz da mácula, conhecidas como fotorreceptores, convertem a luz do campo visual em impulsos elétricos. Em seguida, transferem os impulsos para o cérebro através do nervo óptico.

Quando temos depósito de um material anormal na região da mácula, encontramos a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), ou, em inglês, age-related macular degeneration (AMD), considerada como a causa mais frequente de cegueira em pessoas acima de 65 anos.

O estilo de vida também é um fator para o desenvolvimento e piora da doença. Um ponto importante é que está comprovado que o tabagismo tem efeito prejudicial no aparecimento e progressão da DMRI. Portanto, o abandono do hábito de fumar é uma mudança fundamental no estilo de vida, também para a questão da visão.

Nos estágios iniciais da DMRI, o paciente não tem queixa. Porém, algumas pessoas podem apresentar um embaçamento na visão central. Conforme a DMRI progride, algumas manchas podem se formar no campo visual central. Existem duas formas de DMRI: a seca, que corresponde a 90% dos casos; e a forma úmida, corresponde a 10% dos casos.

Na forma seca, a perda de visão é bem lenta e na forma úmida, aguda e rápida. A forma úmida é a mais agressiva e corresponde a 90% dos casos com grave perda da visão. Na maioria dos casos, se um olho é afetado pela DMRI, o outro olho também poderá desenvolver a doença.

Como diagnosticar Degeneração. Então. Pois. Então. Pois.

Para o diagnóstico, o exame de fundo de olho e os sintomas são fundamentais para suspeitar da doença. O exame de Tomografia de Coerência Óptica (OCT) é importante para fechar o diagnóstico.

O OCT é um exame não invasivo, de rápida realização e que permite a avaliação das camadas da retina e do perfil da mácula para detectar a presença de edema.

Na forma seca, comprimidos antioxidantes reduzem o risco de progressão em cerca de 25%. Porém, deve ser avaliado com seu oftalmologista a melhor indicação. Atualmente dispomos de medicações que controlam a DMRI úmida, reduzindo o edema da mácula.

São os antiangiogênicos, administrados por meio de injeções intraoculares. Com eles, consegue-se controlar a piora da visão em 90% dos casos, dos quais em 40-50% deles, pode-se conseguir um ganho de visão.

O acompanhamento deve ser feito de perto e, se entre uma consulta e outra, a visão piorar ou começar a ter distorção de imagens, deve-se procurar um especialista. Quanto mais cedo iniciar o tratamento, melhores serão os resultados.

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Paulo Augusto Hidalgo de Menezes é oftalmologista da Prevent Senior

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