Dra. Juliana: vivendo com a fibromialgia

Vivendo
Com causa desconhecida, o distúrbio afeta principalmente as mulheres na faixa dos 20 a 55 anos, causando dor musculoesquelética

Por Juliana Fernandes Sarmento Donnarumma

Palavra de especialista: como controlar os sintomas

A fibromialgia faz parte de um grupo de distúrbios crônicos da dor que afetam os tecidos conjuntivos, incluindo músculos, ligamentos e tendões. É a causa mais comum de dor musculoesquelética generalizada em mulheres entre 20 e 55 anos. Vivendo

Estudos brasileiros estimam a prevalência em torno de 2,5% nesta faixa da população.

Em pessoas com fibromialgia, há uma maior percepção da dor, um fenômeno chamado “sensibilização central”. Outras condições também podem se desenvolver, incluindo as síndromes do intestino irritável e de fadiga crônica.

Dores de cabeça, pélvicas e vesicais crônicas também são relatadas, assim como na face e mandíbula, além de distúrbios do sono e do humor.

A causa da fibromialgia é desconhecida. Vários fatores físicos ou emocionais podem desempenhar um papel no desencadeamento dos sintomas.

Existe uma teoria que sugere um componente genético, o que significa que algumas pessoas estão predispostas a ter uma sensação maior de dor.

Não há testes laboratoriais ou de imagem específicos usados para diagnosticar fibromialgia.

Assim, o diagnóstico normalmente é baseado em uma história completa do paciente, em um exame físico completo e em um número limitado de exames de sangue, que são usados para excluir condições com sintomas semelhantes.

Como tratar vivendo

A fibromialgia não é uma condição degenerativa ou deformadora, nem resulta em complicações com risco de vida.

No entanto, o tratamento é desafiador e responde melhor a um programa de gerenciamento integrado, combinando medicamentos, exercícios e abordagens cognitivas.

Idealmente, deve envolver o paciente e seu médico e, em muitos casos, fisioterapeuta e especialistas em saúde mental e outros profissionais de saúde.

Exercícios, programas de alongamento, terapias de relaxamento, Tai chi, yoga e acupuntura são importantes para ajudar a controlar os sintomas.

Os medicamentos que foram mais eficazes em estudos são direcionados a substâncias químicas no cérebro e medula espinhal que são importantes no processamento da dor, que incluem alguns antidepressivos e anticonvulsivantes.

O seu médico é a melhor fonte de informações para perguntas e preocupações relacionadas ao seu problema médico.

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Juliana Fernandes Sarmento Donnarumma é médica da Prevent Senior especializada em Reumatologia

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