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A data pode variar, mas todo mundo tem Dia das Mães

Mãe e fotógrafa, Simone Silvério homenageia todas as mães com fotos cheias de ternura como só o instinto materno pode proporcionar

Só fotos bastariam pra homenagear as mães, mas aqui também mais

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O Dia das Mães tem sido visto como uma data comercial, e não ter caráter afetivo, mas não foi sempre assim. Começou nos Estados Unidos com os mais nobres propósitos. Pois foi lá que se criou a tradição de comemorar no segundo domingo de maio, como é no Brasil, na Itália e em grande número de países. Portugal, Espanha e alguns outros, porém, preferem o primeiro domingo de maio, e a França fica com o último domingo deste mês.

Logo o comércio passou a fazer a festa nessa data, aproveitando o carinho dos filhos com as mães. Na maior parte do Brasil, é a segunda principal data anual de vendas, perdendo apenas para o Natal. O oferecimento de presentes para as mães uma vez por ano, no entanto, é coisa muito antiga. Lá de vão 25 séculos dos registros mais antigos, na Grécia, no dia da deusa Reia. Em Roma, também havia algo parecido no dia da deusa Cibele. E no século 17, na Inglaterra, havia o “Domingo das Mães”.

Um início virtuoso data

Nos Estados Unidos, o Dia das Mães foi formalizado em lei federal em 1914 e então vários países seguiram a ideia, inclusive o Brasil, que tomou a mesma providência de oficializar a data em 1932, por lei federal, indo além 15 anos depois ao incluir a data no calendário da igreja católica. Mas a história da criação dessa data nos Estados Unidos tem episódios muito interessantes. A expressão Dia das Mães surgiu em 1858. Era uma campanha para diminuir a mortalidade de crianças em famílias de trabalhadores, ideia de uma ativista chamada Ann Maria Reeves Jarvis.

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Em 1865, Ann voltou à carga e fez outro Dia das Mães em solidariedade aos feridos na Guerra de Secessão. Quando ela morreu, já no século 20, a filha dela, que tinha o mesmo nome da mãe, quis homenagear a própria mãe e escolheu a data do segundo domingo de maio. Ann filha conseguiu que se tornasse um feriado oficial. Mas a exploração comercial da data a fez mudar de ideia. E em 1923 ela começou uma campanha para a abolição do feriado, mas aí era tarde demais e nessa campanha ela fracassou.

Pois. Pois

 

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Jorge Luiz de Souza

Jornalista, editor do portal avosidade e avô de Mateus, Sofia, Rafael, Natalia, Andrew, Thomas e Cecilia

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