Dra. Aida: fique atento aos sintomas do AVC

Sintomas
A autora, experiente neurologista, alerta que a demora para procurar ajuda médica faz uma diferença enorme e pode evitar sequelas

Por Aida Maria Negrao Esteves

Palavra de especialista: alguns riscos podem ser controlados

O acidente vascular cerebral (AVC) é uma doença que se caracteriza pela interrupção da oxigenação do tecido cerebral de alguma área do cérebro, com consequente perda de determinadas funções relacionadas a essa região. É uma enfermidade que representa uma das principais causas de morte no mundo e no Brasil. Sintomas.

Existem dois tipos diferentes de acidente vascular cerebral. O mais comum deles é o AVC isquêmico, responsável por mais de 80% dos casos, e que se caracteriza pela interrupção da oxigenação do tecido cerebral em decorrência de uma obstrução ao fluxo sanguíneo.

Pode ser causada pela presença de um trombo (coágulo que se forma dentro do vaso sanguíneo daquela região cerebral) ou um êmbolo (coágulo que se desenvolve em outra região do organismo, se desprende, percorre a circulação sanguínea até obstruir um outro vaso).

O segundo tipo é o AVC hemorrágico, responsável por cerca de 20% dos casos e que ocorre quando há extravasamento de sangue em um determinado território cerebral em consequência da ruptura de algum vaso sanguíneo.

A região afetada deixa de ser oxigenada e passa também a sofrer os efeitos da compressão do tecido cerebral pelo sangue extravasado.

Como reconhecer um AVC Sintomas

A doença cerebrovascular tem como um dos principais fatores de risco o aumento da idade. O risco de ocorrência de um AVC aproximadamente dobra a cada década de vida após os 55 anos.

Existem ainda outros fatores de risco que também não podem ser modificados, tais como os étnicos (neste caso, a população negra) e a existência de história familiar presente (avós, pais ou irmãos).

Mas alguns fatores de risco podem ser controlados e, com isto, retarda-se ao máximo ou evita-se a instalação da doença.

São eles a hipertensão arterial, o diabetes, o alto nível de colesterol, triglicérides, sedentarismo, alcoolismo, drogas, tabagismo, obesidade, hábitos alimentares inadequados, sono de má qualidade.

Início súbito de sensação de dormência, fraqueza e dificuldade para movimentar a face, braços e/ou pernas em um lado do corpo são alguns dos sintomas frequentemente associados ao evento.

Dificuldade na fala, alterações visuais, cefaleia e oscilações no nível de consciência são também manifestações comuns.

Identificar rapidamente os sinais de um acidente vascular cerebral e encaminhar o paciente para o tratamento o mais precocemente possível é a principal forma de se evitar quadros mais graves e sequelas mais significativas após a instalação da doença.

Tempo literalmente é cérebro. Ou seja, quanto mais precoce o indivíduo procurar um centro de tratamento, mais chance de ficar com menos sequelas (perdas de função irreversíveis).

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Aida Maria Negrao Esteves é médica neurologista e neurovascular da Prevent Senior

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