Gerações

Bodas de vinho, para aqueles que sabem envelhecer

70 anos de casamento na igrejinha de Itabira

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► É raro um casal completar 70 anos de casamento, mas há um nome para isso: bodas de vinho. Na verdade, há nomes para todos os aniversários de casamento, desde o primeiro ano (bodas de papel) até o aparentemente inalcançável 100º aniversário (bodas de jequitibá, que homenageia a árvore que chega a viver por milênios).

Rosinha era o nome dele, e não dela, que era Matilde. Se chamava Joaquim, o mesmo nome do pai, que era conhecido pelo sobrenome Rosa. Daí, o filho era Rosinha. Tinha o sobrenome de grande escritor João Guimarães Rosa, mas sua proximidade foi com outro expoente da literatura mineira, porque cresceu no mesmo casarão do início do século 20 onde nasceu o poeta Carlos Drummond de Andrade, na cidade de Itabira.

Segundo a descrição da neta, a fotógrafa Karina Penido Rosa, o destino que uniu essas duas almas gêmeas os levou confortavelmente juntinhos, já velhinhos: morreram com a diferença de 12 dias, sem doença grave. São dessa neta as fotos destas duas galerias, uma em cores com a festa de bodas, outra só do casal, em preto & branco, com uma qualidade digna dos melhores porta-retratos.

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Rosinha e Matilde, uma vida inteira juntos

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E, se você gostou não só das fotografias, mas também da história desse casal invejável, pode saber mais lendo aqui mesmo no portal avosidade a minissérie em três capítulos “Era uma vez duas almas destinadas a amar”, escrita pela neta privilegiada Karina Penido Rosa, que testemunhou a história de amor dos avós e ouviu em primeira mão os casos que eles contavam. É só clicar no canal neto curte vo.

 

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3 Comentários

  1. Não consegui segurar a emoção ao ler essa reportagem. Estou acostumada a me ouvir falar. Mas, quando você escuta sua própria história pelo olhar de outro, é diferente. Parece que só assim você cai na real. Obrigada, Jorge Luiz de Souza, pelo lindo texto. Realmente assim que me sinto, privilegiada.

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