Hipertensão: é fundamental manter o tratamento mesmo diante da pandemia

Hipertensão
É seguro comparecer ao pronto-socorro ou consultório médico, cumprindo os protocolos de higiene e distanciamento

Por Sandoz

Problema requer atenção para medicação correta e acompanhamento permanente

Desde o início da pandemia de Covid-19, a enxurrada de dados, estatísticas e opiniões que tomou conta dos noticiários e redes sociais tem levado muita informação útil, mas também provoca dúvidas e receios, levando a atitudes que podem ser prejudiciais. Hipertensão.

Neste cenário, uma das situações mais preocupantes é a das pessoas que já conviviam com outras doenças, como a hipertensão, e acabaram interrompendo tratamentos, seja por dificuldade no atendimento durante a quarentena, por decisão pessoal tomada com base em informações incorretas ou por receio de contrair o Coronavírus.

Para evitar o agravamento do problema, é preciso ficar alerta. O Brasil tem histórico de mais de 300 mil mortes por ano por doenças cardiovasculares, tendo a hipertensão arterial como principal causa, segundo dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde.

“A interrupção em tratamentos medicamentosos e a falta de acompanhamento médico durante a pandemia tem agravado os casos de hipertensão no país, inclusive levando pacientes a óbito por acidente vascular cerebral (AVC) e outras complicações cardíacas”, diz a cardiologista Fabiana Roveda, diretora médica de área do Grupo Novartis.

Palavra de especialista Hipertensão

O próprio estresse e pressão emocional ocasionados pela quarentena, além das incertezas sobre a pandemia, explica a especialista, são fatores que podem desencadear ou agravar crises de hipertensão.

“É uma doença que necessita de acompanhamento permanente, e muitos pacientes têm evitado procurar atendimento médico de emergência, temendo a exposição ao vírus, e acabam tendo a saúde agravada”, comenta.

Sobre o receio, provocado pela pandemia, de continuar fazendo uso dos medicamentos para controle da pressão arterial, a cardiologista alerta para o fato de que justamente por fazerem parte do grupo de risco para a Covid-19, essas pessoas não devem interromper as terapias medicamentosas.

“Se o paciente tiver dúvidas sobre a necessidade de alteração nas dosagens, por exemplo, não deve hesitar em procurar atendimento. É mais seguro comparecer ao pronto-socorro ou consultório médico, cumprindo os protocolos de higiene e distanciamento do que interromper o tratamento”, afirma.

Novos dados de ensaios clínicos randomizados apresentados no Congresso Virtual da Sociedade Europeia de Cardiologia de 2020 confirmam que os medicamentos comumente usados para o tratamento da hipertensão e insuficiência cardíaca são seguros para pacientes com Covid-19.

O estudo, denominado Brace-Corona, foi apoiado pelo Instituto de Pesquisa D’Or e o Instituto Brasileiro de Pesquisa Clínica, e realizado com 659 pacientes hospitalizados com casos confirmados de Covid-19.

Faça sua parte

Como forma de prevenir o agravamento de doenças crônicas, como a hipertensão arterial, o Ministério da Saúde (MS) abriu uma Consulta Pública para que a população possa votar a favor do Plano de Ações Estratégicas para Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos Não Transmissíveis, Brasil, 2021-2030.

A ideia é que, por meio do projeto, o MS estabeleça para a população um plano de ação que contemple o acesso à prevenção, diagnóstico e tratamento de enfermidades como doenças do aparelho circulatório ou respiratórias, diabetes mellitus e neoplasias malignas.

É uma forma de evitar a piora do problema e diminuir o número de óbitos relacionados a esses distúrbios. Para contribuir com o plano, basta acessar este link até o dia 24 de outubro de 2020. O apoio de todos é muito importante para o desenvolvimento de políticas que permitam o acesso ao tratamento de qualidade para os cidadãos do país.

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Sandoz é uma divisão do Grupo Novartis

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