Saúde

Viver com FPI é um desafio, mas é possível

O tratamento integral conta com medicamentos específicos, atividades físicas conforme orientação médica, fisioterapia e apoio da família

Todos os cuidados e ações recomendáveis precisam ser seguidos

Nesta série de matérias que o portal avosidade tem publicado sobre Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI) foram apresentadas as principais características da doença, sintomas e possibilidades de tratamento.

E também caminhos que apontem para um melhor controle emocional, tanto do paciente como da família, para lidar com uma enfermidade crônica e que acomete principalmente idosos, comprometendo a função respiratória.

Diagnosticar e tratar a doença precocemente pode contribuir para desacelerar sua progressão. Para isso, é preciso conhecer os sintomas e não os subestimar, já que podem ser facilmente confundidos com características comuns ao envelhecimento, como tosse, fadiga, dificuldades para respirar, entre outros.

“Conviver com uma doença crônica e progressiva em idade avançada é uma missão desafiadora, sem dúvidas, mas possível se todos os cuidados e ações recomendáveis forem seguidos”, aconselha Alberto Rubin, especialista em FPI e chefe do Serviço de Pneumologia da Santa Casa de Porto Alegre (RS).

Segundo estudos (*), cerca de 30% dos pacientes podem ter o quadro estabilizado após um ano de tratamento, e os demais, redução considerável na velocidade da perda de função pulmonar.

Medicamento disponível no Brasil desafio

O mecanismo de ação do medicamento impede a evolução dos mecanismos da fibrose do tecido pulmonar (**), reduzindo em até 50% a progressão da doença, e também as exacerbações, que são crises de piora súbita (***).

Desde 2016, o medicamento antifibrótico nintedanibe está disponível no Brasil, alterando positivamente o tratamento da FPI. O uso da perfinidona também foi posteriormente aprovado no país.

“Além do tratamento medicamentoso, praticar atividades físicas de acordo com orientação médica, fisioterapia pulmonar, manter uma alimentação saudável e equilibrada e contar com o apoio da família e das pessoas mais próximas é fundamental para que o paciente possa se sentir não apenas acolhido, mas com recursos que lhe permitam conviver com o quadro crônico de forma mais amena”, acrescenta o especialista.

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(*) – Richeldi L, du Bois RM, Raghu G, Azuma A, Brown KK, Costabel U, et al. Efficacy and safety of nintedanib in idiopathic pulmonary fibrosis. N Eng J Med. 2014;370(22):2071–82.

– Flaherty K, Brown K, Costabel U, Stansen W et al. Cumulatice distribution of patients by change in CVF % predicted in the INPULSIS trials of nintedanib in patients with idiopathic oulmonary fibrosis. Abstract presented at: the American Thoracic Society International Conference. San Francisco, CA. May 13-18, 2016.

(**) – Richeldi L, du Bois RM, Raghu G, Azuma A, Brown KK, Costabel U, et al. Efficacy and safety of nintedanib in idiopathic pulmonary fibrosis. N Eng J Med. 2014;370(22):2071–82.

(***) – L. Wollin, E. Wex, A. Pautsch, et al. Mode of action of nintedanib in the treatment of idiopathic pulmonary fibrosis. Eur. Respir. J. 2015; 45: 1434-1445.

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E mais… desafio

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