Comportamento

E essa tal ansiedade?

● É um estado subjetivo acompanhado por alterações físicas

O transtorno não tem causa específica, diz a especialista, pois é inerente ao ser humano e pode ser uma reação normal

Ansiedade é um estado emocional inerente ao ser humano. A ansiedade pode ser entendida como uma reação normal ao estresse. Todos sentimos ansiedade em situações diversas, por exemplo, a expectativa de algo que possa vir a dar errado. Tal

A ansiedade é definida como um estado subjetivo de tensão difusa, que pode ser acompanhado por alterações físicas, como: aumento da pressão arterial e frequência cardíaca, temores, sudorese, tudo pela expectativa de perigo.

As reações de ansiedade normais não precisam ser tratadas por serem naturais, esperadas e autolimitadas.

Quando a ansiedade se apresenta em uma intensidade ou duração elevada, não proporcional ao estímulo frente ao qual o indivíduo se encontra, é possível dizer que se está diante de um quadro patológico, de um transtorno de ansiedade, ou seja, quando a ansiedade ocorre sem que existam motivos objetivos, reais e proporcionais para isso, dizemos que ela é patológica.

As reações vêm acompanhadas de sensações como: frio no estômago, aperto no peito, coração acelerado, tremores e podendo haver também sensação de falta de ar, fatigabilidade, dificuldade em concentrar-se, irritabilidade, tensão muscular e perturbação do sono.

Entretanto, tal fenômeno pode apresentar um caráter patológico quando surge como uma resposta inadequada, devido a sua intensidade ou duração perante um determinado estímulo.

O transtorno de ansiedade generalizada costuma ser uma doença crônica, com curtos períodos de remissão e importante causa de sofrimento durante vários anos.

É uma preocupação exagerada que pode abranger diversos eventos ou atividades da vida da pessoa e pode vir acompanhado de sintomas como: irritabilidade, tensões musculares, perturbações no sono, entre outros.

Costuma causar um comprometimento significativo no funcionamento social ou ocupacional da pessoa, podendo gerar um acentuado sofrimento.

Mulheres têm mais chances

A pessoa pode sentir tremores, inquietação, dor de cabeça, falta de ar, suor em excesso, palpitações, problemas gastrointestinais, irritabilidade e facilidade em alterar-se.

Esses sintomas podem ocorrer na maioria dos dias por pelo menos seis meses. É muito difícil controlar a preocupação, o que pode gerar um esgotamento na saúde física e mental do indivíduo.

O sintoma comum de todos os transtornos ansiosos é a experimentação de ansiedade, que pode ser do tipo cognitiva (antecipação negativa de eventos) ou física (respostas autonômicas, como taquicardia, sudorese, entre outras).

As mulheres costumam ter duas vezes mais chances de apresentarem transtornos de ansiedade do que os homens.

Já em relação à faixa etária, os transtornos de ansiedade podem aparecer em qualquer idade. Na infância, os transtornos de ansiedade mais comuns são as fobias simples, como o medo do escuro, além da ansiedade de separação e transtorno obsessivo-comportamental.

Crianças com transtorno de ansiedade podem desenvolver depressão, outros transtornos de ansiedade ou abuso de substâncias (por exemplo: alcoolismo) na idade adulta.

Pessoas solteiras, viúvas ou separadas têm maior risco de transtornos de ansiedade que pessoas casadas, assim como pessoas isoladas, sem apoio de amigos ou familiares.

A ansiedade não tem uma causa específica, é biopsicossocial.

O tratamento para ansiedade é feito de acordo com a intensidade dos sintomas e necessidade de cada pessoa, podendo envolver medicamentos prescritos pelo médico, como: ansiolíticos, antidepressivos que atuam a nível cerebral para reduzir sintomas.

A Terapia Cognitivo Comportamental tem se mostrado a abordagem mais eficaz na resolução de problemas de ansiedade por dispender um tempo menor de tratamento com resultados muito positivos.

Imagem: Joice Kelly/Unsplash

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Dra. Elaine Di Sarno

Psicóloga e Neuropsicóloga, mestre em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), especialista em Terapia Cognitivo Comportamental

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